Comparação setorial
69.9V
60.9E
79.0H
O IEQ mede a exposição criptográfica da sua organização e a coloca na mesma régua do setor. Segurança, risco e diretoria passam a saber por onde começar a migração, e com que urgência.
O dado capturado hoje ainda vale em 2046
Base medida
A primeira contratação é o Relatório de Exposição IEQ: uma avaliação datada da organização, com score de 0 a 100, comparação setorial, fatores de risco e prioridades para a migração criptográfica.
Relatório de Exposição IEQ
De 0 a 100, explicável e reprodutível.
Sumário Executivo
As dimensões que mais pesam na leitura, com a evidência que sustenta cada uma.
Comparação setorial
69.9V
60.9E
79.0H
Sem agente, sem credencial, sem acesso aos sistemas internos. O motor calcula sobre o que já está exposto e devolve um resultado na régua do setor.
DNS, TLS e tecnologias expostas
Sinais públicos na mesma estrutura
Vulnerabilidade, exposição e horizonte
Contexto setorial e governança
Régua de 0 a 100 para priorizar
A coleta observa o que a organização mantém aceso na internet: DNS, TLS, cabeçalhos e tecnologias publicadas. Uma camada declaratória opcional refina o resultado com informação interna que nenhum sinal público revela.
Ver as camadas e a maturidade de cada umaO painel abaixo usa o mesmo componente e os mesmos dados de exemplo da página de demonstração — não é uma montagem.
Amostra do produto
exemplo.com.br
Score IEQ
12.1 pontos acima da mediana do setor.
Prioridade sugerida: revisar os sinais de protocolo e certificado identificados no relatório completo.
Cobertura de sinal
Decomposição
Domínio fictício, para demonstração
Ver o relatório de exemplo completoConselho, segurança, risco e compliance, programa de migração, pesquisa: cada card leva à leitura que responde à pergunta de quem está decidindo.
Conselho e diretoria
Segurança e infraestrutura
Risco e compliance
Programa de migração
Pesquisa e auditoria
O tráfego cifrado capturado hoje pode ser decifrado depois: é o cenário harvest now, decrypt later, e é o risco que o IEQ mede. O NIST já finalizou os padrões de PQC e a IN ITI nº 35/2026 está em vigor.
O que o índice mede não é abstrato: é a cifra negociada por um balanceador, a validade de um certificado, a versão de um protocolo.
39.903
organizações analisadas
76.4%
em exposição alta ou crítica
90%
intervalo de confiança do estudo
10
arquétipos técnicos recorrentes
Relatório Técnico IEQ 2026-S1, junho de 2026. São 39.903 organizações em 17 setores, agregadas sob k-anonimato (K = 30) e publicadas no Zenodo sob licença CC-BY.
Ler o relatório setorial 2026-S1Comparabilidade
Um número sozinho ajuda pouco. Na mesma régua, ele vira ordem de prioridade.
Retrato do mercado
Entre o setor mais e o menos exposto há 67 pontos de diferença
A ordenação define a sequência de migração do mercado, não o resultado de uma organização isolada.
4 de 17
setores em faixa crítica
8 de 17
acima da mediana setorial
14,6 vs 2,9
dispersão de exposição e de vulnerabilidade entre setores
Risco também é tempo
O nível não basta. A urgência vem de quanto tempo o dado capturado hoje ainda vale: 20 anos em saúde e governo, 5 no varejo.
Ver a janela de exposição por setorPerguntas sobre o risco
As objeções que aparecem na primeira conversa, respondidas antes dela.
Porque o adversário não precisa esperar. Basta interceptar e guardar o tráfego cifrado hoje para decifrá-lo quando a capacidade existir. O que importa é se a sua cifra continuará de pé pelo tempo em que o dado ainda tiver valor.
Anos. Trocar criptografia significa mexer em servidores, aplicações, bibliotecas, integrações e contratos, quase sempre sem poder parar a operação. Como a transição é longa, o dado capturado durante ela fica exposto pelo tempo que ela levar.
Um contrato que precisa ficar sigiloso por vinte anos e um token de sessão que expira em uma hora não correm o mesmo risco, mesmo protegidos pela mesma cifra. O tráfego capturado hoje só tem valor para o adversário enquanto o conteúdo ainda importar.
Boa parte. A criptografia que protege a sua operação passa por provedores de nuvem, gateways de pagamento, prestadores e fornecedores de software. A exposição que chega pela cadeia costuma ser invisível no inventário interno.
Porque nenhuma organização tem orçamento e janela de manutenção para trocar tudo ao mesmo tempo. A ordem em que a migração acontece determina quanto risco fica exposto no caminho, e essa ordem precisa de critério defensável.
O Relatório de Exposição, acima, é a primeira contratação. Os outros quatro entregáveis estendem a mesma medição: comparação setorial, alertas de regressão, migração pós-quântica e exposição de terceiros.
Score IEQ com os contribuidores que mais pesam
Percentil no setor, contra agregados anônimos
Diferença entre coletas sucessivas
Score atual contra score projetado, na mesma régua
Alcance da exposição por fornecedor
O Índice de Exposição Quântica recebe um envelope de evidências, calcula, e devolve um resultado explicável na mesma régua para qualquer organização.
Recebe
Um envelope de evidências: sinais observados pela coleta pública e, quando existe, o que a organização declarou.
Devolve
Score de 0 a 100, as quatro dimensões, os contribuidores que mais pesam e a cobertura alcançada.
Serve para
Priorizar migração: onde agir primeiro, com que urgência e por qual motivo.
Como ler o resultado
Onde termina a função do motor
Ele não monitora entre coletas, não certifica e não estima quando o computador quântico chega.
A camada de coleta faz a varredura e entrega o envelope. O motor recebe esse material pronto e calcula sobre ele.
Cada avaliação é uma medição datada. Nada monitora a organização entre uma coleta e a seguinte.
O resultado apoia priorização interna. Certificação exige organismo acreditado, que a GWK não é. E esta leitura não substitui auditoria: ela registra o que foi declarado, sem verificar internamente o que a organização afirma.
O horizonte mede por quanto tempo o dado ainda precisa de sigilo. A data de chegada do computador quântico fica fora do cálculo.
O que entra no índice
Três saem de sinal público e têm mediana de mercado. O quarto só existe se a organização declarar.
Por quanto tempo o dado ainda precisa continuar secreto. É o fator temporal do risco: um dado com vinte anos de sigilo exigido carrega exposição maior do que um dado de vida curta, mesmo protegido pela mesma criptografia.
Mediana do mercado · 79.0
A fragilidade criptográfica do que está efetivamente em uso. Considera os algoritmos, tamanhos de chave e versões de protocolo observados, e o quanto cada um resiste a um adversário com capacidade quântica.
Mediana do mercado · 69.9
O tamanho da superfície observável. Quantos serviços a organização publica na internet, quanto desse tráfego é interceptável hoje e qual parcela dele carrega dado de vida longa.
Mediana do mercado · 60.9
O que nenhum sinal externo revela: inventário criptográfico, plano de migração e marcos já entregues. A organização informa se quiser, e isso refina o diagnóstico sem nunca substituir o que foi observado de fora.
Informado pela organização
Mais contexto, mais profundidade e mais valor para a decisão.
Escopo
A coleta pública tem alcance exato, e ele está escrito aqui. Um número só se defende em comitê quando se sabe o que entrou na conta.
Cinco colunas separam o que foi visto, derivado, declarado e estimado. A última nomeia o que outra evidência decide.
Observado
A coleta pública viu
Calculado
O motor IEQ derivou
Declarado
A organização informou
Inferido
O modelo estimou
Fora do escopo
Outra evidência decide
O modo público e o modo completo partem de evidências de naturezas diferentes e ficam em réguas distintas.
Modo público
Sinais que a organização já expõe na internet. Não exige agente, credencial ou integração, o que permite avaliar qualquer entidade, fornecedores inclusive, sem abrir uma janela de mudança.
Modo completo
Amplia o escopo com o que a organização declara: inventário criptográfico, controles internos e marcos de governança.
Os dois modos partem de evidências de naturezas diferentes e ficam em réguas distintas. Um score público de hoje não se compara a um score completo de amanhã: a variação mediria a mudança de evidência, e não a de exposição.
Depois da medição
Quem reduz a exposição é quem opera o ambiente.

Baixar a exposição exige mexer em coisas concretas: um balanceador, um certificado, uma biblioteca, um contrato de fornecedor. Esse trabalho é dos times e dos fornecedores da organização, que têm o acesso e a responsabilidade sobre o ambiente. A GWK mede antes e mede depois, sempre na mesma régua.
A GWK desenvolve a solução EVA, de Exposição, Vulnerabilidade e Adequação, para essa etapa. É projeto em curso, sem escopo fechado e sem data.
Decisão executiva sem caixa-preta: sinais observáveis, metodologia publicada e agregação que preserva privacidade.
Ver a base formal do IEQ100%
independente de integrações
Primeira leitura por sinais públicos, sem acesso aos sistemas.
100%
modelo estatístico revisável
Monte Carlo e Sobol calibram o modelo uma vez. O cálculo por organização é determinístico.
DOI
relatório público
Metodologia e dados agregados publicados para citação e verificação externa.
CC-BY
licença aberta
O relatório pode ser reutilizado e revisado com atribuição.
DOI
Relatório técnico 2026-S1 publicado no Zenodo sob licença CC-BY.
Duas coletas, dois papéis
O relatório público e a régua operacional são coletas distintas, com cortes distintos. Resultados de uma não se somam aos da outra.
A GWK trabalha com duas coletas. O relatório técnico 2026-S1 publica 39.903 organizações em 17 setores sob CC-BY, para que o método possa ser revisado por terceiros. A régua que ordena as comparações setoriais vem da base operacional, com 316.911 empresas no run producao_324k_20260712, corte em 12 de julho de 2026. São coletas distintas, com cortes distintos: nenhuma é amostra da outra, e resultados de uma não se somam aos da outra.
Contra o que esta comparação foi feita
Limites da comparação
Quem é a GWK
A GWK Security é uma deep-tech de Campinas dedicada a criptografia pós-quântica e medição quantitativa de risco criptográfico. O trabalho combina pesquisa científica, engenharia de dados e produto para apoiar decisões de segurança.
GitHub da GWK
Matheus Rufino
Fundador & CEO
Doutor em Física
Lidera a direção científica e estratégica. Autor principal do arcabouço formal do IEQ.

Rafael Duarte Marcelino
Fundador & CTO
Eng. Mecânica · MBA Data Science
Arquitetura de dados, analytics e engenharia da plataforma IEQ. Experiência em setores regulados.

Julio Smanioto Garcia
Fundador & CSO
Física · mestrando
Frente científica de QKD, criptografia pós-quântica e interface com pesquisa experimental.
Publicações
Produção científica dos fundadores e um relatório técnico aberto.

arXiv:2605.22569
Define matematicamente a exposição criptográfica sob a ameaça HNDL e sustenta a forma do índice.
Rufino, Marcelino & Garcia (2026) · submetido à Elsevier
Abrir publicação
arXiv:2605.24230
Limites estatísticos para detectar deriva temporal em QKD de chave finita baseada em emaranhamento.
Marcelino, Garcia & Rufino (2026) · Springer Nature (em revisão)
Abrir publicação
DOI 10.5281/zenodo.20767648
Aplica o IEQ a 39.903 organizações e consolida a exposição HNDL por setor, com prioridades de migração.
Garcia, Marcelino & Rufino (2026) · Zenodo · CC-BY
Abrir publicação10Próximo passo
Diga quantas organizações precisam ser avaliadas e qual decisão o resultado vai apoiar.
Score, fatores de risco e prioridade de migração em uma leitura pronta para decisão.